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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Não diga NÃO!

Crianças criadas ouvindo regras que impediram a manifestação dos sentimentos 
têm mais dificuldade de lidar com eles

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Crianças que foram ensinadas a lidar com as emoções, para as quais foi permitido que os sentimentos naturais viessem à tona e ao mesmo tempo aprenderam a administrar essas emoções colocando-as sob a orientação do respeito a si, ao outro e à coletividade, tornam-se adultos com maior inteligência emocional. As que foram criadas ouvindo regras que impediram a manifestação dos sentimentos apresentam mais dificuldade de lidar com seus estados emocionais.

Fonte: IstoÉ

Carinho faz bem para a memória


Crianças criadas com afeto têm hipocampo maior, revela estudo


As crianças criadas com afeto têm o hipocampo --área do cérebro encarregada da memória-- quase 10% maior que as demais, revela um estudo publicado nesta segunda-feira pela revista "Proceedings of the National Academy of Sciences" ("PNAS").
A pesquisa, realizada por psiquiatras e neurocientistas da Universidade Washington de Saint Louis, "sugere um claro vínculo entre a criação e o tamanho do hipocampo", explica a professora de psiquiatria infantil Joan L. Luby, uma das autoras.
Para o estudo, os especialistas analisaram imagens cerebrais de crianças com idades entre 7 e 10 anos que, quando tinham entre 3 e 6 anos, foram observados em interação com algum de seus pais, quase sempre com a mãe.


Foram analisadas imagens do cérebro de 92 dessas crianças, algumas mentalmente saudáveis e outras com sintomas de depressão. As crianças saudáveis e criadas com afeto tinham o hipocampo quase 10% maior que as demais. "Ter um hipocampo quase 10% maior é uma evidência concreta do poderoso efeito da criação", ressalta Luby.
A professora defende que os pais criem os filhos com amor e cuidado, pois, segundo ela, isso "claramente tem um impacto muito grande no desenvolvimento posterior".
Durante anos, muitas pesquisas enfatizaram a importância da criação, mas quase sempre focadas em fatores psicossociais e no rendimento escolar. O trabalho publicado nesta segunda-feira, no entanto, "é o primeiro que realmente mostra uma mudança anatômica no cérebro", destaca Luby.


Embora em 95% dos casos estudados as mães biológicas tenham participacdo do estudo, os pesquisadores indicam que o efeito no cérebro é o mesmo se o responsável pelos cuidados da criança é o pai, os pais adotivos ou os avós.

Fonte: Folha de São Paulo

domingo, 29 de janeiro de 2012

Nos primeiros cinco anos de vida, a criança tem, em média, 10 viroses por ano


Não se trata de fraqueza do organismo, nem de baixa resistência e muito menos falta de cuidado.
Os primeiros anos de vida são um período em que crianças apresentam infecções virais que desencadeiam tosse, chieira e sintomas nasais recorrentes mantendo uma irritação das vias aéreas, estas infecções promovem a produção de anticorpos.
Após o 5º ano de vida, a criança está com o sistema imunológico mais amadurecido e resistente, fazendo com que as infecções virais diminuam progressivamente.

Antibiótico não mata vírus!

Outros fatores presentes no ambiente, como poluição, mudança de tempo, cheiro forte, fumaça de cigarro e inseticida também podem piorar ou manter a irritação das vias aéreas. Salientamos que não existe alergia a cheiro, nem a mudança de tempo, ou poluição, mas esses são fatores que quando atuam numa via aérea já irritada desencadeiam ou mantêm os sintomas.
Em crianças, o fator irritante mais comum é a infecção viral. Por isto, para se ter sucesso no tratamento da criança alérgica é importante diminuir a irritação. O antibiótico não diminui esta irritação!
Portanto devemos ser cautelosos e criteriosos na utilização de antibiótico em crianças. Estes medicamentos possuem inúmeros efeitos colaterais e com frequência deixam as bactérias mais resistentes e difíceis de serem vencidas.
Fonte: Conversando com o Pediatra (Sociedade Brasileira de Pediatria)

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Apple deve lançar livros escolares para o iPad


[CORPWEEK]Val Bochkov
Os fãs da Apple Inc. devem ter uma novidade para aplaudir esta semana, mas ela não será um novo modelo do iPad ou uma TV.
A Apple, famosa por manter o sigilo em seus lançamentos, continua calada a respeito do seu anúncio sobre educação, que deve ser feito na quinta-feira no Museu Guggenheim de Nova York. Mas os observadores não estão esperando um novo aparelho. Em vez disso, espera-se que a empresa lance livros didáticos otimizados para o iPad, com recursos que permitem interagir com o conteúdo, bem como parcerias com as editoras.
Quando a Apple lançou o iPad, há uns dois anos, uma das promessas do tablet é que ele poderia mudar a experiência de sala de aula. O fundador da Apple, Steve Jobs, disse a seu biógrafo Walter Isaacson que desejava transformar a indústria de livros didáticos, contratando autores para criar versões digitais e transformá-las em recursos do iPad.
Jobs que, segundo relatos, vinha se encontrando com editoras como a Pearson PLC, acreditava que todos os livros devem ser "digitais e interativos, adaptados para cada aluno e capazes de dar feedback em tempo real", segundo o livro de Isaacson.
"Quem melhor do que a Apple para revolucionar os livros didáticos?", pergunta o analista Al Hilwa, da International Data Corp. "Todo mundo, incluindo a indústria [dos livros didáticos] e as universidades, precisa se unir, e esse é o tipo de coisa que a Apple faz muito bem."
O evento desta semana será o primeiro organizado pela empresa desde que Jobs morreu, em outubro. A Apple normalmente faz lançamentos mais perto da sua sede, no Vale do Silício, Califórnia, mas Nova York é considerada um grande centro para muitas grandes editoras.
Embora a indústria dos livros didáticos esteja pronta para inovações, já é um mercado muito concorrido, e tem havido dificuldade para as mudanças se realizarem. Muitos editores e empresas de educação estão trabalhando na digitalização do conteúdo, e a Amazon.com Inc., fabricante do leitor eletrônico Kindle, também vem perseguindo este mercado.
A Apple já fez uma entrada no setor de publicação de livros, ao lançar sua iBookstore. E a empresa é ativa há muito tempo no mercado de educação, colocando seus produtos em muitas salas de aula e oferecendo descontos para professores e alunos. Ela também oferece palestras, aulas e outros conteúdos educacionais por meio da sua iTunes U [uma "universidade" virtual com centenas de milhares de palestras, filmes e aulas de grandes universidades, disponíveis para download gratuito].
O anúncio de quinta-feira pode ter um amplo impacto. Rob Reynolds, diretor da MBS Direct Digital, estima que apenas cerca de 6% das vendas de livros didáticos serão digitais este ano, um aumento em relação aos 3% de 2011. Mas até 2020, os livros didáticos e outros conteúdos educacionais em forma digital vão representar mais de 50% do mercado total de livros didáticos, disse ele.
McGraw-Hill Cos., Pearson e Houghton Mifflin Harcourt Publishing Co. estão entre as editoras de livros didáticos que provavelmente serão as mais afetadas por um lançamento da Apple no setor. As editoras já vêm experimentado com abordagens interativas, tais como permitir que os alunos façam testes enquanto leem, e que ouçam o áudio para estudar línguas estrangeiras.
A McGraw-Hill vem trabalhando com a Apple em seu anúncio desde junho, disse uma pessoa a par do assunto. Não se sabe se a Pearson e a Houghton Mifflin também vão participar.
Cengage Learning, uma das maiores editoras de livros universitários do mundo, já fez parceria com a Apple no passado e estará presente no evento. A empresa não quis dizer qual é o seu papel no anúncio da Apple desta semana.
"Está bem claro que a Apple tem hoje uma posição forte em hardware, e empresas como a Cengage Learning têm uma posição muito forte no lado do conteúdo", disse Bill Rieders, vice-presidente executivo de estratégia global e desenvolvimento de negócios da Cengage.
Fonte: online.wsj.com

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Mulher conhecida por carregar quadrigêmeas pode não estar grávida


Maria Verônica não estaria grávida de quadrigêmeos, como anunciou (Foto: Reprodução)
A professora Maria Verônica Vieira, que ficou conhecida depois de reportagens relatando sua gravidez de quadrigêmeas, pode nem estar grávida.

Segundo o "Domingo Espetacular", o ginecologista e obstetra Wilson Vieira de Souza atendeu Maria Verônica até outubro de 2011 e afirma que a professora estava com o corpo normal, não compatível com o de uma mulher grávida.

Além disso, o  último exame de ultrassom feito por ele na paciente foi em agosto de 2011 e não constava nenhuma gravidez. Maria Verônica afirmou que teria as meninas em janeiro deste ano.

Verônica, de 25 anos, ficou conhecida no início do ano ao se dizer grávida de quatro meninas concebidas de forma natural. Ela teria descoberto a gestação múltipla apenas no oitavo mês. Antes disso, achava que teria gêmeas. O marido dela já fez vasectomia.

Fonte: Yahoo notícias


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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Um instante de vida capturado para a eternidade

Sob o olhar do fotógrafo Leandro Korolkovas/StudioLeco os momentos ganham vida, o sorriso é espontâneo, as brincadeiras tomam forma, o instante se materializa, a adolescência chega, a mamãe se transforma, a família brilha... registros perfeitos e momentos únicos pra guardar no coração...

Depois dos tradicionais álbuns de fotos, os scrapbooks, e albuns customisados, a dupla Leandro Korolkovas e Fabiana Ferreira criaram um novo formato que



Transforme o momento do seu filho em recordação para a vida toda!

Fotógrafo: Leandro Korolkovas
Produção: Fabiana Ferreira
Contatos: fabycanoagem@hotmail.com / (12) 81569489





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sábado, 14 de janeiro de 2012

A polêmica da Barbie tatuada

Barbie tatuada da Tokidoki

Tatuada e de cabelo rosa com corte chanel, a Barbie lançada neste mês em parceria da Mattel com a grife tokidoki, teve seu estoque rapidamente esgotado, mas está causando a maior polêmica.

Muitos pais nos Estados Unidos estão acusando a boneca de dar um péssimo exemplo à suas filhas. “Encorajar crianças a achar que tatuagem é uma coisa bacana é errado, errado, errado. Mattel, porque você não coloca logo um cigarro na boca da boneca e uma garrafa de cerveja na mão dela pra completar o pacote?”, escreveu um dos pais revoltados em um site na internet. 

A Barbie da tokidoki não é a primeira a ter tatuagens. Em 2009, algumas lojas recolheram a linha Totally Stylin' Tattoos por causa de queixas recebidas, e um ano antes a Mattel havia feito uma parceria com a fabricante de motos Harley Davidson para produzir uma Barbie com asas tatuadas nas costas. A produção da Barbie Butterfly Art foi suspensa em 1999, após queixas dos pais.

Vale lembrar que a Barbie da tokidoki é da linha Collector, mais voltada para o público adulto, tendo em seu catálogo parcerias com Christian Louboutin e Bob Mackie.

O que pouca gente sabe é que, embora Ruth Handler e seu marido Elliot Handler tenham criado a Barbie em 1959, tendo como inspiração a filha Barbara, o modelo inicial da Barbie foi baseado numa boneca erótica alemã e era tão absurdamente parecida com a original que a Mattel (empresa do casal) teve de pagar uma indenização por plágio.


Fonte: site Virgula



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sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Princesas

Homenagem a todas as meninas em tratamento de quimioterapia.
Afinal elas também são lindas princesas.


Fonte: Facebook


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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Roupinhas exclusivas


Lindas as peças criadas por Simone Gonçalves. As peças são única então talvez alguma que esteja neste post já tenha sido vendida. Mas fale com ela, encomende uma para seu enxoval, ou para dar de presente para alguma futura mamãe. Cada roupinha é produzida com todo o carinho que um bebezinho merece, e mais que isso: vai deixar o pequeno mais fofo ainda!

Para falar com Simone é só escrever para simonergoncalves@globo.com . 


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sábado, 7 de janeiro de 2012

Amigos Imaginários - tirinha








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Amigos Imaginários

"Uma em cada três crianças nutre temporariamente uma relação existente apenas na fantasia – o que não é motivo para preocupação."
Inge Seiffge-Krenk



Na primeira infância as crianças sentem a necessidade de criar o seu mundo de fantasia e é nesta fase que surgem na vida das crianças os tão conhecidos amigos imaginários .Eles podem ser de dois tipos: amigos invisíveis ( que só existem na cabeça da criança) ou objetos que ganham vida ( como por exemplo o urso de pelúcia).

Estes amigos imaginários são muito importantes no desenvolvimento e equilíbrio emocional dos mais pequenos porque através deles aprendem a lidar com sentimentos e emoções. As crianças usam os amigos imaginários para lidar com sentimentos negativos ou para os acusar de algum erro que elas próprias tenham cometido.

Eles ajudam-nas a lidar com as suas ansiedades e com os seus medos infantis. Como o medo do escuro, da solidão e do abandono. Ao contrário dos amigos de carne e osso, os amigos imaginários estão sempre disponíveis, concordam sempre com as suas ideias e nunca lhes tiram os brinquedos. Com eles a criança sente-se sempre a dona da situação já que com eles ela pode agir a seu bel prazer - pode falar-lhes, ensiná-los ou dar-lhes ordens. 




Crianças e seus amigos imaginários



Há vários fatores que levam ao aparecimento destes amigos imaginários: a retirada de dormir no quarto dos pais para passar a dormir no seu próprio quarto, a solidão de um filho único, o nascimento de um novo irmãozinho, o afastamento de um amigo ou de alguém muito querido, a ida pela primeira vez para a escola, a mudança de casa ou de escola, o divórcio dos pais, etc. Sendo que o uso do amigo imaginário é mais frequente em crianças mais sensíveis e inteligentes.
Os pais não devem ficar preocupados com a presença deste novo amigo na vida dos seus filhos. Devem, pelo contrário, agir com naturalidade pois é uma forma de chegar à criança e de estreitar os laços com ela. E é de máxima importância que dê atenção às conversas que o seu filho tem com ele para que possa ficar sabendo o que o incomoda.
Normalmente por volta dos 7 ou 8 anos a criança já se sente mais segura e despede-se destes amigos imaginários dos quais guardará uma carinhosa lembrança. No entanto se a presença destes amigos se mantiver aos 10 - 11 anos deverá procurar a ajuda de um psicólogo.

Fonte: Site Crescendo e Acontecendo




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Saiba seu filho está pronto para tirar a fralda

Parece que foi ontem que você estava trocando aquelas fraldas minúsculas de recém-nascido, e agora já está pensando se está na hora de o seu filho largar a fralda de vez! Não existe uma idade certa para aprender a fazer xixi e cocô no penico ou na privada. Mais que a idade, é preciso prestar atenção nos sinais que a criança dá. 

Só inicie o processo do desfraldamento quando seu filho mostrar que está preparado. Veja abaixo alguns desses sinais. Você não precisa ter marcado absolutamente todos para começar. Procure identificar no seu filho a vontade de se tornar mais independente. 

Sinais físicos


Anda com firmeza, e até consegue correr.

Faz bastante xixi de cada vez (e não de pouquinho em pouquinho).

Faz um cocô razoavelmente sólido, em horários mais ou menos previsíveis.

Fica "seco" por pelo menos três ou quatro horas, ou seja, os músculos da bexiga conseguem segurar a urina.


Sinais de comportamento


Consegue ficar sentado na mesma posição por entre dois e cinco minutos.

Consegue abaixar e levantar as calças.

Fica incomodado quando a fralda está suja ou molhada.

Demonstra interesse nos hábitos de higiene (gosta de observar os outros irem ao banheiro ou quer usar cueca ou calcinha).

Não demonstra resistência à idéia de usar o penico ou a privada.

Está numa fase em que gosta de colaborar, e não numa fase "do contra".


Sinais cognitivos


Consegue seguir instruções simples, como "vá pegar aquele brinquedo".

Entende que cada coisa tem o seu lugar.

Tem palavras para xixi e cocô.

Entende os sinais físicos de que está com vontade de ir ao banheiro, e consegue pedir para ir (ou até segurar a vontade um pouco).

















Fonte: Baby Center






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Criança Bilingüe


Se em sua casa seu marido e você falam idiomas diferentes, não existem razões para que seu filho não possa se tornar uma criança bilingue. Um segundo idioma se aprende de forma igual ao que se aprende o primeiro.

Estimular crianças bilingues 

A princípio, o bebê, ainda dentro da barriga da mãe, começará a ouvir sua linguagem e a familiarizar-se com ela. Se o pai lhe fala um segundo idioma, o bebê também se acostumará a escutá-lo. Os bebês primeiro ouvem para que depois possam expressar o assimilado, e assim aprender a utilizá-lo para adquirir comunicação fluida. O fundamental em todo o processo é ensiná-los com paciência e com muito carinho para que as crianças cresçam com uma reação positiva aos idiomas e que desfrutem ambos.
Se existe o interesse da família que a criança seja biligue, a casa não é o único lugar para aprender um segundo idioma. Hoje em dia, existem muitas alternativas e espaços para que a criança possa aperfeiçoar o aprendido em casa. Na escola, na rua, na biblioteca, ou em outros lugares. Escutar, falar, ler, e escrever um segundo idioma é parte do processo para ser bilingue.

Como ajudar ao filho a ser uma criança bilingue

Ajudar ao seu filho para que escute ou fale um segundo idioma pode ser iniciado e praticado em casa, através das conversações diárias, ou através de filmes, ou da música. No entanto, existem caminhos para ajudá-lo no processo de ler e escrever:
1- Os pais podem conseguir materiais no segundo idioma como livros, revistas e jogos didáticos;
2- Os pais podem escutar seus filhos lerem no segundo idioma, sem importar que eles não entendam o que a criança está lendo. O processo em si mesmo lhes dá a oportunidade de comprometer-se na prática da leitura que promove e dá o suporte necessário para adquirir o segundo idioma.
Além disso tudo, o que os pais podem fazer para que a criança pratique um segundo idioma, é conscientizá-la do privilégio e das vantagens que tem a criança ao dominar dois idiomas.
3- A terceira proposta é matricular em escolas e colégios bilingues, o que dará mais segurança quanto a expressão do idioma. Nas escolas bilingues, a criança compartilhará seus conhecimentos com outras crianças e se sentirá mais acolhido, melhorando ainda mais a prática no idioma.

Para ser bilingue

Existem diferentes caminhos para que uma criança seja bilingue. Investigações mostram que é preferível desenvolver bilinguismo em crianças menores porque é uma forma natural para aprender dois idiomas ao mesmo tempo. Aprender um segundo idioma inclui os pais, fatores econômicos, a comunidade, experiências, ambiente no colégio e a cultura, que podem fornecer as ferramentas necessárias para chegar ao bilinguismo com êxito.
Fonte consultada: Guía de Bilingüismo para padres y profesores, de Colin Baker. Colin Baker é autor de vários livros sobre bilinguismo e educação bilingue. Ele é professor de Educação da Universidade de Gales. 

Fonte: Guia Infantil



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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Bullying - A agressividade infantil

Bullying é um termo inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo incapaz de se defender.




Há muita gente que não aguenta mais ouvir falar de bullying. O assunto é tema de reportagens nos jornais diários de todos os tipos, nas revistas semanais, nas prateleiras das livrarias, nas bancas de revistas, na internet etc.

Já conseguimos esvaziar o sentido dessa palavra e seu conceito de tanto que a usamos e de tanto fazer associações indevidas com o termo.
Basta um pequeno drama ou uma grande tragédia acontecer, envolvendo jovens, que não demora a aparecer a palavra mágica. Agora, ela serve para quase tudo.

Além de banalizar o conceito, o que mais conseguimos com o abuso que temos feito dele? Alarmar os pais com filhos de todas as idades.
Agora, a preocupação número um deles é evitar que o filho sofra o tal bullying. O filho de quatro anos chega em casa com marca de mordida de um colega? Os pais já pensam em bullying. A filha reclama de uma colega dizendo que sempre tem de ceder seu brinquedo, ou o filho diz que tem me do de apanhar de um colega de classe? Os pais pensam a mesma coisa.

Alguns deram, por exemplo, de reclamar que a escola que o filho frequenta tem, no mesmo espaço, estudantes de todas as idades e dos vários ciclos escolares. Então agora vamos passar a considerar perniciosa a convivência entre os mais jovens porque há diferença de idade entre eles? Decididamente, isso não é uma boa coisa.

As crianças e os jovens aprendem muito, muito mesmo, com o convívio com seus pares mais novos e mais velhos. Ter acesso a alguns segredos da vida adulta pelas palavras de outra criança ou de um adolescente, por exemplo, é muito mais sadio e interessante do que por um adulto. Um exemplo? A sexualidade.

Outro dia ouvi um diálogo maravilhoso entre uma criança de uns dez anos e um adolescente de quase 16. O assunto era namoro. Em um grupo, os mais velhos comentavam suas façanhas beijoqueiras com garotas. A criança “”pelo que entendi, ele era irmão de um dos m ais velhos”" passou a participar da conversa querendo saber detalhes do que ele chamou de beijo de língua e ameaçou começar a também contar suas vantagens.

Logo a turma adolescente reagiu, e um deles falou que ele era muito criança para entrar no assunto. E um outro disse, sem mais nem menos: “Agora você está na idade de ouvir essas coisas e não de fazer, está entendido?”. O menor calou-se e ficou prestando a maior atenção à conversa dos maiores, sem intervir.

Imaginei a cena se tivesse acontecido com o garoto de dez anos e adultos. Não seria nada difícil que eles dessem atenção ao menino, que quisessem saber e fornecer detalhes a respeito das intimidades que podem acontecer num encontro entre duas pessoas. Muito melhor assim do jeito que foi, não é verdade? Com a maior simplicidade, o garoto foi colocado em seu lugar de criança e nem se importou com isso, mas, mesmo assim, pôde participar como observador da conversa dos mais velhos.



Conflitos, pequenas brigas, disputas constantes acontecem entre crianças e jovens? Claro. Sempre aconteceram e sempre acontecerão.
Mas esses fatos, na proporção em que costumam acontecer, não podem ser nomeados como bullying. Fazer isso é banalizar o tema, que é sério. Aliás, isso tudo acontece sem ultrapassar os limites das relações civilizadas se há adultos por perto. Essa é nossa questão de sempre, por falar nisso.

O verdadeiro bullying só acontece em situações em que os mais novos se encontram por conta própria, sem a companhia e a tutela de adultos, sem ainda ter condições para tal. Caro leitor: se você tem filhos, não os prive da companhia de colegas diferentes no comportamento, na idade etc. Esses relacionamentos, mesmo conflituosos, são verdadeiras lições de vida para eles que, assim, aprendem a criar mecanismos de defesa, a avaliar riscos e, principalmente, a reconhecer as situações em que precisam pedir ajuda.

Fonte: Rosely Saião para Folha de São Paulo



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Mamãe eu acho que estou ligeiramente grávida


A adolescência é uma fase bastante conturbada na maioria das vezes, em razão das descobertas, das ideias opostas às dos pais e irmãos, formação da identidade, fase na qual as conversas envolvem namoro, brincadeiras e tabus. É uma fase do desenvolvimento humano que está entre infância e a fase adulta. Muitas alterações são percebidas na fisiologia do organismo, nos pensamentos e nas atitudes desses jovens.

A gravidez é o período de crescimento e desenvolvimento do embrião na mulher e envolve várias alterações físicas e psicológicas. Desde o crescimento do útero e alterações nas mamas a preocupações sobre o futuro da criança que ainda irá nascer. São pensamentos e alterações importantes para o período.


Adolescência e gravidez, quando ocorrem juntas, podem acarretar sérias consequências para todos os familiares, mas principalmente para os adolescentes envolvidos, pois envolvem crises e conflitos. O que acontece é que esses jovens não estão preparados emocionalmente e nem mesmo financeiramente para assumir tamanha responsabilidade, fazendo com que muitos adolescentes saiam de casa, cometam abortos, deixem os estudos ou abandonem as crianças sem saber o que fazer ou fugindo da própria realidade.

O início da atividade sexual está relacionado ao contexto familiar, adolescentes que iniciam a vida sexual precocemente e engravidam, na maioria das vezes, tem o mesmo histórico dos pais. A queda dos comportamentos conservadores, a liberdade idealizada, o hábito de “ficar” em encontros eventuais, a não utilização de métodos contraceptivos, embora haja distribuição gratuita pelos órgãos de saúde públicos, seja por desconhecimento ou por tentativa de esconder dos pais a vida sexual ativa, fazem com que a cada dia a atividade sexual infantil e juvenil cresça e consequentemente haja um aumento do número de gravidez na adolescência.

A gravidez precoce pode estar relacionada com diferentes fatores, desde estrutura familiar, formação psicológica e baixa autoestima. Por isso, o apoio da família é tão importante, pois a família é a base que poderá proporcionar compreensão, diálogo, segurança, afeto e auxílio para que tanto os adolescentes envolvidos quanto a criança que foi gerada se desenvolvam saudavelmente. Com o apoio da família, aborto e dificuldades de amamentação têm seus riscos diminuídos. Alterações na gestação envolvem diferentes alterações no organismo da jovem grávida e sintomas como depressão e humor podem piorar ou melhorar.

Para muitos destes jovens, não há perspectiva no futuro, não há planos de vida. Somado a isso, a falta de orientação sexual e de informações pertinentes, a mídia que passa aos jovens a intenção de sensualidade, libido, beleza e liberdade sexual, além da comum fase de fazer tudo por impulso, sem pensar nas consequências, aumenta ainda mais a incidência de gestação juvenil.

É muito importante que a adolescente faça o pré-natal para que possa compreender melhor o que está acontecendo com seu corpo, seu bebê, prevenir doenças e poder conversar abertamente com um profissional, sanando as dúvidas que atordoam e angustiam essas jovens.

Fonte: Site Brasil Escola, por Giorgia Lay-Ang




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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Criatividade em crise

Matéria muito interessante na Newsweek sobre a criatividade das crianças que está diminuindo, e quais os mecanismos que nosso cérebro usa para ser “criativo”

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É possível estimular o desenvolvimento da criatividade, assim como é possível estimular talento musical e inteligência.
Quem não se deu conta ainda disso, favor começar a musculação cerebral.






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Reintroduzindo a imaginação na infância



Veja na íntegra a matéria do The New York Times que aborda a importância das brincadeiras de faz de contas e do estímulo da imaginação no desenvolvimento das crianças.











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Nasa + Lego

Coisa linda a parceria da NASA com a Lego pra incentivar a criatividade e o interesse dos jovens pelo ciência. Uma das atividades inclui astronautas (através de transmissões do espaço!) ensinando as crianças a construirem objetos com os tijolos de plástico. Vitória!



Fonte: Ponto Eletrônico




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Ipad no Jardim da Infância

Maine é um dos estados dos Estados Unidos que mais tem investido em alfabetização com o uso de tecnologias (eles fizeram um programa que dava um laptop para cada estudante de ensino fundamental e médio).





Agora, uma escola em Auburn vai fornecer um iPad 2 para cada estudante do jardim de infância. A questão é que alguns gostaram da idéia e consideram a presença da tablet essencial (as crianças pareceram bem animadas), e outros acham que é um desperdício (muito dinheiro envolvido + crianças desastradas com iPads) ou que isso não é bom para os alunos, que vão ficar muito tempo na frente da tela.

Fonte: Ponto Eletrônico



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Criatividade




A dica veio direto de Porto de Galinhas, da Professora Flor!



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Chupando o dedo!!

Muitos pais acham uma graça ver o bebê com o dedo na boca. Mas o hábito não é nada saudável e, pior, difícil de ser interrompido. Veja quais são as principais consequências disso e como ajudar seu filho a se livrar dessa mania.



Causas 
            Desde o útero, a criança desenvolve o hábito da sucção, que é fundamental para a amamentação e para o amadurecimento psíquico. E isso perdura por todo o primeiro ano de vida como uma necessidade fisiológica. É nesse período que algumas crianças acabam com a mania de chupar o dedo, que pode perdurar por toda a infância. A questão é que esse hábito costuma trazer uma série de consequências para o pequeno. “São implicações odontológicas, problemas na mastigação, atrasos na fala e problemas emocionais”, enumera Leda Amar de Aquino, odontopediatra da Sociedade Brasileira de Pediatria.

            Muitos especialistas acreditam, inclusive, que a necessidade e a persistência em chupar o dedo infância afora estejam relacionadas a algum tipo de carência afetiva ou ansiedade. O ato pode até mesmo ser uma maneira de a criança sinalizar que deseja mais atenção. “Normalmente, o vício está associado a problemas alimentares ou emocionais e, por isso, o bebê passa a experimentar o estímulo da língua, dos lábios e da mucosa, associando-os a sensações agradáveis de carinho e aconchego”, afirma Flávio Luposeli, dentista especialista em estética do sorriso. Crianças que passam longos períodos do dia sem a mãe ou não foram amamentadas por muito tempo correm mais risco de desenvolver esse hábito.

OQUE FAZER?
           
Espere até 1 ano e meio.
            Até mais ou menos 1 ano e meio de vida, é normal o bebê chupar o dedo por questões tanto fisiológicas (desenvolvimento da musculatura para sucção e alívio por causa do aparecimento dos dentes) como psicológicas. “Nessa idade, o pequeno usa a boca como uma ponte entre ele e o mundo. É por meio dela que ele vai reconhecendo o que está ao redor e formando sua identidade. Depois dessa fase, o hábito já não condiz mais com o esperado, porque a criança entra em outra etapa do desenvolvimento. Na maioria dos casos, o pequeno deixa de chupar o dedo naturalmente”, explica a psicóloga Lívia Rocha.

Interrompa o hábito durante o sono

            Muitos recém-nascidos já nascem com o hábito desde o útero materno. “Procure observar seu filho durante o sono e, toda vez que ele levar a mão à boca, retire-a dali com cuidado”, sugere Raquel Caruso, fonoaudióloga e psicopedagoga da Universidade São Marcos, em São Paulo.

Descubra os momentos do vício
           
Se você conseguir perceber em que momentos seu filho geralmente coloca o dedo na boca, ficará mais fácil impedi-lo de fazer isso. Se for durante alguma atividade, tire o dedo da boca enquanto diz que isso não deve ser feito e procure entretê-lo com outras coisas.

Substitua pela chupeta

            O dedo está sempre próximo à criança e, por isso, a chance de colocá-lo na boca tem intensidade e frequência maiores do que o uso da chupeta. A maioria das chupetas tem formato anatômico e não exerce uma pressão excessiva nas estruturas bucais. Ou seja, elas são menos prejudiciais do que o dedo.  Além disso, fazer a criança abandonar o uso da chupeta é mais fácil do que convencê-la a não levar o dedo à boca.

Ocupe as mãos
            Mãos desocupadas tendem a ir para a boca. “O hábito de chupar o dedo traz para o bebê uma sensação de alívio e prazer. Pode ajudá-lo, por exemplo, a lidar com a fome - e a ausência do carinho materno - enquanto isso não chega. É uma alternativa e uma tentativa de se acalmar enquanto passa por uma dificuldade”, afirma a psicóloga Lívia Rocha. Por isso, procure substituir atividades em que as mãos da criança ficam vazias, como assistir televisão, por atividades criativas, como desenhar e montar objetos.

Fique mais tempo amamentando

            Quando for dar o peito para o bebê, deixe que ele sugue por mais tempo. A necessidade de levar o dedo à boca pode significar a carência afetiva e essa proximidade durante a amamentação costuma ajudar a resolver o mau hábito.

Converse com a professora
           
            Se o seu filho já está na escolinha, converse com a professora e peça para que ela repare e interceda, caso a criança mantenha o hábito também fora de casa. Chupar o dedo pode trazer consequências no âmbito social.

Dê recompensas

            Converse com seu filho e estipule um período para que ele fique sem chupar o dedo. Vendo televisão, por exemplo. Se ele conseguir, incentive dando recompensas e pequenos prêmios.

Use mordedores ou alimentos

            Existem no mercado mordedores com tamanhos, texturas e até temperaturas diferentes. Veja qual o mais adequado para a idade do bebê. Se for uma criança um pouco mais velha, vale dar pedaços de alimentos como cenoura. Isso o distrai e evita que chupe o dedo.

Converse. Não brigue

            Brigar só vai fazer com que seu filho fique com medo e continue colocando o dedo na boca, escondido de você. Por isso, o ideal é o velho e bom diálogo. A partir de 1 ano, a criança já tem maturidade para compreender essa conversa. Tente negociar com ela para chupar o dedo somente em momentos estipulados, como a hora de dormir. Assim, você diminui o hábito e abre caminho para uma nova conversa em que o hábito deverá ser interrompido completamente.

Analise o contexto

            Algumas crianças que já deixaram o hábito podem voltar a chupar o dedo diante de uma situação que a deixem inseguras, como o nascimento de um irmão e a mudança de escola. A psicóloga Lívia Rocha explica que “isso pode ser um comportamento transitório, no qual o pequeno busca segurança. O jeito é dar mais atenção, suporte e encontrar alternativas para ele se sentir mais amparado”.

Fonte: www.bebe.com.br



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