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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Algodão dôce - Especial Dia das crianças

Doce brasileiro mais clássico, o brigadeiro ganha destaque nas comemorações do Dia das Crianças. Tradicionalmente feito com leite condensado, manteiga e chocolate, o docinho ficou conhecido em 1945.
Era servido em festas da campanha para presidente do brigadeiro Eduardo Gomes. Ele perdeu as eleições, mas batizou o docinho de chocolate com sua patente.
No mês das crianças, doçarias paulistanas farão versões especiais para o doce. A Maria Brigadeiro, por exemplo, terá receita de chocolate ao leite com granulado colorido.
Segundo Juliana Motter, dona da loja, o sabor clássico de chocolate é um dos preferidos das crianças. O mesmo vale para o de Nutella, o de baunilha com chocolate, o crocante e o de leite em pó.
Neste mês, a Chocolat du Jour terá um kit com três sabores -o tradicional, o de morango e o de chocolate branco caramelado. Já a La Vie en Douce fará brigadeiros de palito.
Veja as receitas AQUI no Algodão Dôce.

Brigadeiros que não vão ao fogo cobertos por confeitos variados da loja Maria Brigadeiro, de Juliana Motter
Letícia Moreira/Folhapress


segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Personal stylist para os pequenos


As sócias Ananda Cruz e Daphne Barroso tiveram uma ideia que vem agradando mães que lutam sempre que precisam comprar roupas para os filhos. Por falta de tempo ou paciência para experimentar tudo o que a criança precisa, muitas têm recorrido à "malinha" que essas duas cunhadas preparam e entregam.
Desde fevereiro, elas enchem as malinhas com roupas para crianças de até 4 anos e entregam na casa de quem pede. As roupas ficam por dois dias na casa de cada uma, tempo suficiente para que ela decida com o que vai ficar. Depois, a mãe devolve a mala com o pagamento dentro. “A própria mãe que destaca os boletos das roupas e faz o cálculo de quanto ela tem que pagar. E a gente ainda manda uma calculadora na malinha para ajudar”, contou Ananda.

Um dos clientes das sócias experimenta as roupas da malinha com calma e em casa (Foto: Arquivo Pessoal/Andreia Alegre)
Um dos clientes das sócias experimenta as roupas
da malinha com calma e em casa
(Foto: Arquivo Pessoal/Andreia Alegre)

A receita está fazendo sucesso. “Financeiramente vale a pena, a gente não tem os custos de uma loja física. E a gente monta a mala pensando na cliente. Compensa porque você não tem funcionários, mas a logística tem que ser bem pensada”, completou.

A enfermeira e instrumentadora cirúrgica Fernanda Castilho dos Santos já até virou amiga das duas. Procurou elas em três ocasiões desde que conheceu o serviço, há três meses. “Eu trabalho todo dia, meu marido também. Elas me facilitaram muito a vida. Elas têm coisas bonitas, diferentes, artesanais, e entregam na nossa casa. O mais fácil é o fato de vir na minha casa, é o mais prático. Por exemplo, se pintou uma festinha de um colega da minha filha, eu já ligo para elas e elas me socorrem, resolvo rapidinho. E não preciso sair de casa”, explicou Fernanda.

As sócias Ananda e Daphne e as malinhas que são entregues às clientes (Foto: Divulgação/Bebêruga)
As sócias Ananda e Daphne e as malinhas que são entregues às clientes 
(Foto: Divulgação/Bebêruga)

As sócias têm dois motoristas que entregam e buscam as malas na casa das clientes. Elas ajudam a montar a rota do motorista, para haver menos perda de tempo possível com deslocamentos. Fernanda é só elogios ao serviço:, “Hoje eu consigo experimentar uma roupa, amanhã mais duas e não preciso da agonia de ficar na loja.”

A advogada Andreia Alegre também aprovou o esquema. Para ela é mais prático receber as roupas em casa. "É prático porque recebemos a mala em casa, a gente experimenta com calma. É muito mais fácil experimentar em casa do que na loja. O bebê fica impaciente na loja. E as roupas são moderninhas, lindas", disse ela, que já pediu a entrega da malinha duas vezes para seu filho de 10 meses.

O filho de Andreia, atualmente com 10 meses: a mãe já pediu duas vezes a malinha com as roupas (Foto: Arquivo Pessoal/Andreia Alegre)
O filho de Andreia, atualmente com 10 meses: a mãe já pediu duas vezes 
a malinha com as roupas (Foto: Arquivo Pessoal/Andreia Alegre)

O esquema conta com a confiança das donas da Beberuga nas clientes que entram em contato. “A gente tem um grau de segurança até no caso de a mala ser extraviada ou no caso de a cliente não devolver. A gente vê onde o cliente mora, vê como é o lugar. E tem uma ficha de controle de tudo que vai com elas. Nem todo mundo é honesto, mas ela vê que a gente é honesto de deixar as coisas com ela”, disse Ananda. “Quando veio a malinha o meu marido ficou receoso. Mas a mala vem lacrada, e dentro vem a forma de pagamento. Depois você lacra ela de novo, lacre que elas mesmas mandam. Mas depois da primeira vez, fiquei segura para mandar até sem lacre. A mala fica uns dois dias, mas se precisar de mais, elas deixam”, contou a cliente Fernanda.

A ideia das cunhadas surgiu depois de quatro anos frequentando uma feira para bebês e gestantes. As roupas fizeram tanto sucesso que a clientela começou a perguntar se elas não tinham loja, ou se não entregavam ou vendiam em casa. As duas somam 20 malas no Rio e outras 20 em São Paulo, onde também fazem entregas. De acordo com elas, todas ficam rodando o tempo todo entre as clientes. No ateliê, em Irajá, no subúrbio do Rio, costumam ficar quatro malas, até uma cliente ligar e pedir a entrega. As malas são preparadas de acordo com o que a mãe pedir.

Cada malinha tem em média 40 peças, dependendo do tamanho das roupas. "O preço é bom, bem tranquilo. É mais em conta do que ir ao shopping e elas ainda parcelam", atestou Fernanda.



Fonte: Patrícia Kappen - G1 RJ

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Cabelo Ruim? A história de três meninas aprendendo a se aceitar


O preconceito no ambiente escolar na sala de aula é o ponto de partida do livro infanto-juvenil “Cabelo Ruim? A história de três meninas aprendendo a se aceitar”. Na história, uma menina negra tem seu cabelo apelidado de “bombril”, “pixaim”, num dos momentos mais delicados do ingresso no ambiente escolar, o primeiro dia de aula. Este é o ponto de partida para o início de uma amizade entre três meninas negras, amizade que as levará a questionar os padrões estéticos impostos (geralmente brancos) e a buscar uma revalorização da características do cabelo do negro, o cabelo crespo. Uma mensagem de valorização pessoal e resgate cultural.


Título: Cabelo Ruim? A história de três meninas aprendendo a se aceitar
Autor: Neusa Baptista Pinto
Editora: TantaTinta
Número de Páginas: 40 páginas


Campanha contra a pedofilia

Mamãe vai às compras e filho ganha é muita mordomia

Mamãe que puder escolher, vá às compras no Shopping Iguatemi de São Paulo.

Os carrinhos são de primeira, e tem opções para crianças de até 5 anos.
(Fotos: Zeca de Sousa)

De cima para baixo: carrinho para bebês de 0 a 1 ano e meio; abaixo, de 1 ano e meio à 3 anos e, por último, para crianças entre 3 e 5 anos, super moderno, vem com um videogame acoplado!

Além de ser gratuito, o serviço é aberto a todos os clientes que desejarem passear no shopping com mais conforto.

Para seu bebê, o fraldário do Iguatemi atende com o máximo.
São quatro salas individuais, equipadas com poltronas lindas e confortáveis para as mamães, trocadores, pias e produtos necessários para a higiene das crianças. E ainda oferecem produtos de primeira como fraldas, pomadas, colônia, talcos e lenços umedecidos.


A mamãe ainda relaxa nos cantinhos de estar e pode usar os fornos microondas para esquentar papinhas e mamadeiras.
As recepcionistas que ajudam no que for preciso, diariamente, durante o horário de funcionamento do shopping. O serviço também é gratuito e aberto a todos os clientes.

Se seu filho já é maior, tem p espaço Piks, onde você pode deixá-lo se divertindo em um mundo cheio de alegria e brincadeira enquanto você vai às compras..
Fica no Mezanino do piso Térreo, próximo à entrada da Rua Maffei Vita.
Mais infos: 11 3816-3957 ou piks@piks.com.br


Fonte: site do Shopping Iguatemi SP

Educação consciente

Mil jeitos há de se olhar para uma casa: o dos tijolos de que é feita, da cor que é pintada, das janela ou das flores que a enfeitam...


Mil jeitos há de se olhar para uma casa: o de como ela se integra com a paisagem, de onde vem o que nela é usado e para onde vai o que nela sobra.

...Ou de como as pessoas que nela vivem e convivem – consigo, com os outros, com o planeta.
A exposição Uma Casa Mil Olhares leva os visitantes a refletirem sobre como os avanços das últimas décadas mudaram nosso estilo de viver e nos convida a repensar a relação que estabelecemos entre consumo, consumismo e qualidade de vida.



Voltar ao passado e olhar para o futuro é o que o convidamos a explorar nesta exposição. O navegar pelos cômodos da casa se torna uma viagem no tempo ao acompanharmos o crescimento de uma menina e as mudanças que acontecem na sua vida. Ao longo dos anos, a menina cresce mudam seus sonhos e renovam-se seus valores.
Mas há algo que nunca a deixou de acompanhar: a sua preocupação em cuidar da nossa “Casa”. A casa com “Cê” maiúsculo e a que todos nós habitamos.

Cada cômodo da casa retrata um presente que nos é oferecido por essa nossa “outra Casa”: a energia que é utilizada na TV; a água que escorre pelo chuveiro, as roupas nos armários ou os alimentos na cozinha. A casa e a Casa coexistem: o que há em uma vem da outra.

Apesar da casa e da Casa coexistirem, a Casa está precisando de uma grande reforma. E somos nós – eu e você – que iremos fazer com que essa convivência se torne mais harmoniosa e sustentável.
Não precisa muito e pode ser divertido; basta sermos menos habitantes e mais moradores desta grande e maravilhosa Casa.

Cuidar bem da nossa casa é cuidar bem da nossa Casa.

A Exposição Uma Casa, Mil Olhares reconstrói uma casa de 100 metros quadrados ambientada de acordo com as mudanças ocorridas na sociedade e nos estilos de vida da família brasileira ao longo dos últimos 60 anos. A casa tem seis cômodos e cada um aborda um tema relacionado a sustentabilidade em uma determinada década:






Na semana da criança, até o próximo dia 16 de outubro, a exposição “Uma Casa, Mil Olhares”, projeto da Kraft Foods Brasil em  parceria com a Evoluir, Educação e Sustentabilidade e Instituto Akatu, estará na Praça de Eventos do Shopping Recife. No espaço, com cerca de 100 metros quadrados, atividades interativas para crianças, jovens e adultos. A casa possui seis ambientes, onde cada um propõe a abordagem de determinados temas e aspectos. O objetivo é mostrar as mudanças ocorridas nos hábitos familiares ao longo dos anos, sugerindo uma reflexão e a busca de iniciativas e soluções para se levar uma vida mais saudável e equilibrada, além de promover o consumo consciente. Vale a pena conferir. A exposição “Uma Casa, Mil Olhares” está localizada na 3ª etapa.   


Visite o site para ver quando estará em sua cidade http://milolhares.com.br/


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A evolução dos brinquedos

Nos anos 20

Nos anos 30

Nos anos 40

Nos anos 50

Nos anos 60

Nos anos 70

Nos anos 80

Nos anos 90

Nos anos 2000



Alergia ou intolerância ao leite de vaca



O leite de vaca é o maior causador de alergia entre as crianças. Normalmente, os sintomas aparecem nos primeiros meses de vida e tendem a sumir com o tempo. A causa da alergia se pode ser predisposição genética ou introdução precoce de alimentos alergênicos. Ou seja, o sistema digestivo do bebê não está preparado para receber a proteína do leite de vaca.

Metade das crianças que manifestaram alergia ao leite de vaca com um ano de idade já não apresentam mais sintomas e aos três anos, a maioria deixa de ter completamente. Este processo acontece pois o intestino passa por um amadurecimento e a criança começa a ter condições de digerir a proteína da vaca.

Os sintomas da alergia a lactose não surgem de imediato, podem demorar alguns meses, mas é importante ficar atenta quando o bebê chorar muito, vomitar constantemente, tiver diarréias, sangue nas fezes e perda de peso. Os sintomas da intolerância ao leite de vaca também podem ser não digestivos, como lesões na pele, rinites, sinusites ou otites repetitivas. Caso a criança apresente qualquer um desses sintomas, é preciso procurar um médico imediatamente.

Se a mãe não pode ou não quer amamentar a criança com o leite materno, é aconselhável oferecer o leite de soja ou fórmulas especiais pré-adquiridas, que são encontradas nas farmácias, mas o custo é um pouco elevado. A adaptação vai de cada criança, só é preciso ter paciência ou não descartar a opção de amamentar no peito.


A criança alérgica ao leite de vaca pode apresentar sintomas, mesmo que estiver sendo alimentada exclusivamente pelo leite materno, caso a mãe venha a consumi-lo. Isso porque a proteína alergênica do leite de vaca passa para o leite materno e chega até o bebê causando os sintomas típicos da alergia.


O tratamento para livrar-se da alergia consiste na retirada da proteína causadora da reação na alimentação, trocando por fórmulas que contenham proteínas hidrolizadas e outros alimentos, como o leite de soja. Caso precise retirar o leite da amamentação da criança, é preciso procurar o médico para que ele possa substituir o alimento por outros que sejam fonte de cálcio e vitaminas encontradas no leite da vaca.

Fonte: Blog Sobre Bebê


Bichos da minha cabeça

Bichos da Minha Cabeça é a marca que produz esses bichinhos tao fofos de feltro. Os produtos são feitos artesanalmente.

   

Encomendas por e-mail para bichosdaminhcabeca@gmail.com

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Dia das Crianças II - Presentes educativos - LIVROS

Seleção de livros infantis se você quer brincar e educar.
Para minha filha vou comprar "super Atividades" de Ruth Rocha e "Animais do mundo todo".

E para seu filho, o que você vai dar?

Dia das Crianças - Dicas de presentes

Dia das Crianças chegando e Dente de Leite vai dar algumas dicas de presentes para seus pimpolhos.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O retorno da coqueluche.


A coqueluche andava tão fora de moda que foi comentário do escritor João Ubaldo Ribeiro em sua crônica aqui no Globo semana passada: "Era uma tosse que dava em crianças". Ele lembra que o mal era tratado até com voos em avião da FAB: "Por causa da mudança de pressão atmosférica no avião, garantia-se que curava ou aliviava os sintomas". A volta da coqueluche é mesmo uma surpresa, depois de ter sido praticamente erradicada. No Brasil, o Sistema de Informações de Agravos de Notificação (Sinan) registrou 427 casos no ano passado, 80% deles em bebês menores de um ano. E o estado de São Paulo anotou aumento de 83%, entre 2006 e 2010. No Rio, o número de casos notificados saltou de 13, em 2010, para 27 este ano até agora, segundo a Secretaria municipal de Saúde. Na América Latina, o número de casos da infecção pela bactéria Bordetella pertussis cresceu quase cinco vezes entre 2003 e 2008, segundo a Organização Panamericana de Saúde. Em todo o mundo são 50 milhões de casos por ano, com 300 mil mortes, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Em 2010, foram registrados 9.774 casos num surto na Califórnia - 72% das vítimas eram bebês com menos de seis meses -, o pior em 50 anos. Na Austrália a coqueluche atacou 35 mil pessoas, de julho de 2010 ao mesmo período deste ano, e 40% foram internadas. Por que a bactéria voltou com tanta força?


Surtos em vários países
Especialistas ainda procuram resposta. A supresa da volta da doença foi tão grande que ainda há muitos médicos que demoram a desconfiar que o diagnóstico pode ser coqueluche e atrasam o pedido de confirmação laboratorial. O problema é que quanto mais tarde for feito o exame, mais difícil ter certeza do diagnóstico. A coqueluche é causada por uma bactéria e ocasiona tanto estrago no pulmão que acaba levando a outras doenças, como pneumonia. Além disto, a coqueluche pode atacar pessoas que tenham sido vacinadas na infância. Isso porque a imunidade começa a cair cinco anos após a vacinação. Quem já tomou vacina na infância tem sintomas mais leves, mas continua infectando outras pessoas. Por isso, é preciso tomar o reforço.
- Os adultos contaminam bebês no primeiro ano de vida sem vacinação ou imunização incompleta - explica Renato Kfouri, presidente da Associação Brasileira de Imunizações (SBIm, www.sbim.org.br).
De 20% a 25% das queixas de tosse contínua e seca por mais de 14 dias são coqueluche, explica Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações Regional Rio de Janeiro (SBIm-RJ). E se a pessoa já começou a tomar antibiótico ou demorou a procurar o médico, é difícil confirmar o diagnóstico em exame de cultura. A transmissão acontece por contato direto.
- É importante vigiar e investigar sintomas. Muitos pais e avôs terminam contaminando seus bebês sem se dar conta disso - diz.
No Brasil, apenas o Instituto Adolfo Lutz em São Paulo faz, de rotina, o exame de PCR (sigla em inglês de Reação de Polimerase em Cadeia), mais sensível, rápido e eficaz no diagnóstico da coqueluche. O melhor então é se proteger com a vacina tríplice bacteriana (difteria, tétano e coqueluche, comum ou acelular ou inativada, que traz menos reações), disponível nos postos de saúde ou em clínicas particulares.
A vacina é indicada para bebês de dois, quatro e seis meses, com reforço entre 15 e 18 meses e entre 4 e 6 anos, segundo a SBIm. Adultos (inclusive grávidas) devem ser vacinados e consultar seus médicos quanto às doses. Além da vacina tríplice bacteriana, foi lançada a Adacel Quadra, de reforço, que previne coqueluche, tétano, difteria e inclui poliomielite.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Algodão Doce

Olha só que tentação esse Bolinho de chocolate com cobertura de Brigadeiro.
A receita é da Carol Doher, da Condimento. Ela é a mãe de Pedro (1 ano) o Gabriel (4 anos) que adoram essa sobremesa! Clique AQUI e confira a receita.

domingo, 25 de setembro de 2011

Dia Mundial de Prevenção da Gravidez na Adolescência

Dia 26 de Setembro é o Dia Mundial de Prevenção da Gravidez na Adolescência, e é mais uma grande oportunidade para que pais e mães conversem abertamente com os seus filhos sobre os riscos de ser ter relações sexuais sem se precaver. Sim, porque não adianta fechar os olhos e dizer: “Meu filho não faz isso, ou a minha filha não faz isso”. Porque quando menos se espera eis que surge dentro de sua casa uma adolescente grávida, ou um jovem rapaz de 14 ou 16 anos prestes a ser pai. Por isso o diálogo é a melhor solução para se evitar estas surpresas.


Para além do risco de se engravidar, existe também o risco de se contaminar com doenças sexualmente transmissíveis como AIDS, Hepatite C, Sífilis, Gonorréia, Clamídia, Trichomonas, Herpes Genital e muitas outras. sugiro uma leitura de um artigo de Maria Helena Vilela, diretora do Instituto Kaplan, sobre contracepção na adolescência. Dra. Maria Helena Vilela fala sobre contracepção na Adolescência, AQUI.

Fonte, Big Mãe

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Fácil fácil

Você já deve ter ouvido falar na "Encantadora de bebês". Um best-seller que dá varias dicas como interpretar choro de bebê, criar uma rotina para facilitar a vida, resolver problemas como sono, etc.

O que realmente me "encantou" foi um método bem simples para criar uma rotina e facilitar muito mesmo a vida e o relacionamento com seu pequeno. A Encantadora nomeou o método de EASY (trad. fácil).

E = eat (comer)
A = activity (atividade)
S = sleep (dormir)
Y = you (você)

Significa que, quando o bebê acorda, é hora de mamar. Depois, faça alguma atividade com ele e, na sequência, coloque-o para dormir. Quando isso acontecer, você tem tempo para fazer o que precisa fazer.

Garanto que se vc aplicar o método enquanto seu baby é bem pequeno, isso vai ajudar a família por anos.
Hoje em dia, minha filha de 2 anos e meio, adaptada à rotina EASY, é quem pede para ir dormir.

Dieta da Fertilidade

Queridas amigas que querem ser mães....



Descobri na internet que simples alterações na alimentação podem aumentar as chances de engravidar. Estudos da Universidade Harvard se transformaram no livro THE FERTILITY DIET. Um dos médicos por trás dessa descoberta falou a revista Claudia com exclusividade e agora compartilho com vocês.

Em vez de pão branco, o integral; no lugar de leite magro, o gordo; menos carne vermelha e mais peixe. Substituições que podem ser feitas tranqüilamente no dia-a-dia ajudam a reduzir em até 80% a infertilidade causa da por problemas ovulatórios. Quem dá a boa notícia são os médicos especializados em saúde pública . Eles compilaram no livro THE FERTILITY DIET, lançado no final de 2007 nos Estados Unidos, os dados recolhidos ao longo de um estudo com cerca de 19 mil enfermeiras, durante oito anos. “O resultado oferece uma alternativa para que se evitem o stress, a perda de tempo e os gastos com os processos de fertilização. É ainda uma prova de que, em alguns casos, a medicina high tech não é a única solução para quem quer engravidar”, afirma Chavarro. A endocrinologista Vânia Assaly, de São Paulo, concorda. “Atitudes simples muitas vezes são menos prezadas pelas pessoas, que partem logo para a fertilização induzida”, diz. “Quem controla o que entra pela boca pode ter mais filhos e viver mais”, afirma Chavarro. Mas essa dieta não vale para tratar qualquer dificuldade. “O estudo não contempla casos originados por infecções genitais, problemas nas trompas ou com o homem”, alerta o ginecologista Dirceu Henrique Mendes Pereira, de São Paulo.

MAIS....

Atitudes que ajudam a engravidar
1. Corte a gordura trans
Ingerir 2% de calorias desse tipo de gordura eleva em mais de 100% os riscos de infertilidade. Ao comprar produtos industrializados, escolha aqueles que levam o selo “livre de trans”. O mercado está trocando essa gordura por óleo de palma ou adotando a interesterificação (processo que não origina a gordura trans).

2. Diga sim às gorduras ricas em ômega 3 e 6

Consuma azeite, óleo de canola, salmão, sardinha, linhaça e amêndoa. Segundo o médico Dirceu Mendes Pereira, essas gorduras tornam a membrana que envolve o óvulo mais fluida. Isso facilita a penetração do espermatozóide e a saída do embrião, que vai se implantar no útero.

3. Adote carboidratos complexos
Troque tudo o que é feito com farinha branca (pão, macarrão, biscoito) pela versão integral, os carboidratos complexos. Segundo o estudo, as mulheres que ingeriam poucos grãos integrais e se deliciavam com arroz branco, batatas e doces (carboidratos simples) tinham 55% mais probabilidade de apresentar a síndrome do ovário policístico, que leva à ovulação irregular.

4. Bote fé no ácido fólico
Rico em proteínas e, por isso, um promotor da renovação celular, o ácido fólico é importante desde a fecundação até o fim da gestação, pois ajuda na formação do sistema nervoso do feto. Ele ainda é eficaz na manutenção da gravidez, principalmente nos três primeiros meses, quando o risco de aborto natural é maior. Coma soja, fígado, vegetais verde-escuros (espinafre, agrião) e levedo de cerveja. E fale com seu médico sobre a necessidade de suplementação.

5. Beba leite integral
Troque o desnatado ou semidesnatado pelo integral e, duas vezes por semana, tome 1/2 xícara de sorvete (sem gordura trans). “Pela pesquisa, as mulheres que bebiam leite integral todos os dias tinham 70% menos risco de ter problemas de infertilidade do que as que raramente tomavam a bebida”, diz Jorge Chavarro.

6. Consuma ferro A carência do mineral pode dificultar a ovulação. Reforce a dose investindo em alimentos como couve, beterraba e açaí. Converse com seu médico sobre a necessidade da suplementação de ferro. “O estudo mostrou que a suplementação com pelo menos 40 miligramas de ferro reduzia em 40% a possibilidade de a mulher apresentar problemas de infertilidade”, informa Chavarro.

7. Tome muito líquido
A hidratação é essencial para todas as reações químicas do corpo, inclusive a fecundação. Tome cerca de 3 litros de água por dia. Mas modere o consumo de café e chá, ricos em cafeína – em média duas xícaras por dia. Álcool, só ocasionalmente, como uma taça de vinho uma vez por semana. Já os refrigerantes devem ser cortados, pois contêm muito açúcar.

8. Controle o peso
Segundo pesquisa feita pela ginecologista Daniella Curi no Hospital das Clínicas de São Paulo, após perderem 3% do peso, 60% das mulheres com sobrepeso apresentaram ciclos ovulatórios normais. “Ter um índice de massa corpórea (IMC) entre 21 e 25 indica boa fertilidade. Mais ou menos do que isso pode afetar a ovulação”, diz Vânia Assaly.

9. Diminua o consumo de carne vermelha
Substituir a proteína animal pela vegetal melhora a ovulação. O estudo americano mostrou que a infertilidade ovulatória era 39% maior em mulheres que consumiam mais proteína animal. Isso não significa abolir a carne do prato, mas reduzir a ingestão para duas vezes por semana e escolher outras fontes de proteína, como peixe, soja e feijão.

10. Adapte o cardápio
Pequenas alterações no cardápio típico brasileiro também podem aumentar a fertilidade. “Troque o arroz branco pelo integral, reforce a dose de feijão para substituir o valor protéico da carne e adicione à saladas duas nozes ou três castanhas, ricas em óleos do bem”, sugere o médico Jorge Chavarro.

*** CARDÁPIO DA FERTILIDADE *** 


A nutricionista Fernanda Scheer, da Clínica Vânia Assaly de Medicina Integrada, em São Paulo, adaptou o cardápio do livro "The Fertility Diet" para o paladar brasileiro. Ela usou alimentos com os nutrientes recomendados pelos autores e facilmente encontrados em feiras e supermercados. Mas lembre-se: o objetivo não é emagrecer, e sim aumentar a fertilidade e ficar mais saudável.

SEGUNDA-FEIRA TERÇA-FEIRA QUARTA-FEIRA

CAFÉ DA MANHÃ 1 copo (200 ml) de leite ou iogurte integral
2 colheres (sopa) de aveia em flocos
1 colher (sobremesa) de amêndoas picadas e tostadas
1 banana prata ou 1 goiaba 1 copo (200 ml) de leite de soja batido com 1 maçã
1 fatia de pão integral torrado com 1 colher (sobremesa) de tahine (pasta de gergelim) e 1 colher (sobremesa) de geléia de framboesa sem açúcar
½ xícara (chá) de café preto 3 colher (sopa) de abacate amassado com limão
1 colher (chá) de mel
2 colheres (sopa) de granola sem açúcar
ALMOÇO 1 prato (sobremesa) de salada de rúcula, tomate e pepino, temperada com 1 colher (sobremesa) de azeite de oliva extra virgem e 1colher (sopa) de vinagre de maçã
3 colheres (sopa) de berinjela cozida
1 posta grande de salmão grelhado em crosta de gergelim
2 colheres (sopa) de arroz selvagem Macarrão de atum feito com 1 xícara (chá) de macarrão integral com molho de tomate, 3 colheres (sopa) de atum, 1 xícara (chá) de brócolis cozido, 1 colher (sopa) de beterraba ralada 1 prato (sobremesa)de salada de alface roxa, broto de bambu e 1 fatia média de tofu picado
1 colher (sobremesa) de azeite de oliva extra virgem
2 colheres (sopa) de vagem cozida
2 colheres (sopa) de arroz integral
1 concha média de feijão azuki
LANCHE DA TARDE 1 ovo cozido ou mexido
1 fatia de pão de centeio
1 xícara de chá verde 1 colher (sopa) de semente de girassol e 1 colher (sopa) de uva passa
1 copo (200 ml) de água de côco 3 damascos secos
3 castanhas do pará
1 xícara de chá verde
JANTAR Salada de feijão branco: 3 colheres (sopa) de feijão branco cozido, 2 xícaras (chá) de folhas verdes variadas, ½ xícara (chá) de cenoura ralada, 1 batata doce média cozida cortada em pedacinhos, 3 nozes picadas, 1 colher (sobremesa) de azeite de oliva extra virgem para temperar. Salada de grão de bico e quinua feita com 1 prato (sobremesa) de salada de alface, agrião e tomate cereja. 1 fatia média de manga, 1 colher (sobremesa) de azeite de oliva extra virgem, 3 colheres (sopa) de grão de bico e 3 colheres (sopa) de quinua cozida em grãos 1 posta grande de peixe branco, como pescada ou saint peter, assado no papel alumínio com temperos e vegetais (tomate, cebola, cenoura, chuchu)
3 colheres (sopa) de purê de abóbora salpicado com 1 colher (sobremesa) de gérmen de trigo
LANCHE 1 xícara (chá) de morangos com 1 colher (sopa) de iogurte natural e 1 colher (sopa) de linhaça dourada triturada 1 fatia média de melancia 1 pêra cozida com e ½ xícara (chá) de sorvete de creme sem gordura trans

QUINTA-FEIRA SEXTA-FEIRA SÁBADO DOMINGO

CAFÉ DA MANHÃ 2 ovos mexidos com orégano
2 torradas integrais
1 copo (200 ml) de suco de frutas natural com 5 morangos, 1 fatia de abacaxi e 1 fatia de melancia batidos no liquidificador 1 xícara (chá) leite integral
3 colheres (sopa) de cereais matinais com fibras
½ mamão papaia
2 castanhas-do-pará picadas 1 copo de suco de laranja batido com 1 folha de couve e 1 colher (chá) de gengibre ralado
1 fatia de pão integral
Omelete feita com 2 ovos caipiras 1 copo (200 ml) de vitamina de açaí feita com 1 polpa, 1 banana e 1/2 copo de água
2 torradas integrais com geléia de amora sem açúcar
ALMOÇO 1 prato sobremesa de salada de folhas verdes variadas (alface americana, rúcula e alface roxa)
1 colher (sopa) de azeite de oliva extra virgem
Salada de grão de bico, macadâmia e maçã feita com
4 macadâmias picadas, 3 colheres (sopa) de grão de bico cozido, 1 maçã picada, 2 colheres (sopa )de iogurte natural 1 prato (sobremesa) de salada de rúcula, agrião, tomate e cenoura
1 colher (sobremesa) de azeite de oliva extra virgem
3 colheres (sopa) de espinafre cozido
3 colheres (sopa) de purê de mandioquinha
1 filé de linguado em crosta de aveia 1 prato (sobremesa) de salada de espinafre, cogumelos, aspargos e tomate
1 colher (sobremesa) de azeite de oliva extra virgem
1 xícara (chá) abobrinha cozida salpicada com gergelim
3 colheres (sopa) de arroz integral
3 colheres (sopa) de soja cozida 1 prato (sobremesa) de salada de folhas verde escuras com palmito e beterraba
1 colher (sobremesa) de azeite de oliva extra virgem
1 xícara (chá) de brócolis cozido
3 colheres (sopa) de grão de bico
2 colheres (sopa) de purê de batata doce com gengibre
LANCHE DA TARDE Vitamina de leite de soja feita com1 copo (200 ml) de leite de soja, 1 pêra, 1 colher (sopa) de linhaça dourada triturada 3 ameixas pretas
6 amêndoas não salgadas
1 xícara (chá) chá verde 2 nozes
20g de chocolate amargo 1 pote de iogurte natural batido com 2 amêndoas (não salgadas)
JANTAR Salada de sardinha feita com folhas verdes variadas,
1 colher (sobremesa) de azeite de oliva extra virgem, 1 lata de sardinha (escorra a gordura), 4 azeitonas verdes, ½ pimentão vermelho picado, ½ pepino, 2 fatias de pão integral assados e cortados como croutons 1 prato fundo de sopa de vegetais com lentilhas
1 fatia grossa de tofu picado
3 torradas integrais 1 prato (sobremesa) de salada de rúcula, tomate seco e queijo de búfala
1 colher (sobremesa) de azeite de oliva extra virgem e 1 colher ( sobremesa) de vinagre balsâmico
4 alcachofras cozida
1 xícara (chá) de macarrão integral com molho de tomate 1 xícara (chá) de catalônia cozida com 1 dente de alho
1 posta grande de salmão assado com molho de laranja
3 colheres (sopa) de arroz 7 grãos
LANCHE 1 copo (200 ml) de suco de kiwi com água de côco feito com 3 kiwis batidos no liquidificador com 1/2 copo de água de côco e gelo 1 maçã assada com ½ xícara (chá) de sorvete de creme sem gordura trans 1 pote de iogurte natural com 1 colher (sopa) de linhaça dourada triturada e 2 damascos secos 1 goiaba

Alimentação fértil para futuros papais

Comer tomate, melancia, alguns tipos de uva e frutos do mar pode auxiliar homens inférteis na luta pelo futuro herdeiro.



Cientistas na Índia descobriram que o licopeno presente nesses alimentos eleva o número de espermatozóides. Feita com trinta homens, a pesquisa comprovou a relação entre os níveis da substância e a infertilidade masculina.

Em apenas três meses, seis dos pacientes conseguiram engravidar a parceira, tempo curto para tratamento similar. Em todos, cresceu a presença de espermatozóides.

Fonte: Veja

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O Que Esperar Quando Você Está Esperando agora na telinha

O super tradicional livro “O Que Esperar Quando Você Está Esperando“ de Heidi Murkoff e Sharon Mazel será adaptado para comédia romântica no cinema. Seu seu elenco vai contar com Cameron Diaz, Jennifer Lopez, Isla Fisher, Chris Rock, Anna Kendrick e Brooklyn Decker.

O livro, que é um famoso guia para mulheres durante os estágios da gravidez, no cinema vai falar sobre a vida de cinco casais que se preparam para se tornar pais, no estilo de “Idas e Vindas do Amor“. Rock será Vic, homem que oferece palestras para futuros pais sobre as suas futuras responsabilidades.

O filme será dirigido por Kirk Jones (“Estão Todos Bem“), e o roteiro é de Shauna Cross (“Garota Fantástica“), que reescreveu um roteiro antigo de Heather Hach (“Sexta-Feira Muito Louca“). A produção é de Mike Medavoy, Arnie Messer e David Thwaites (“Cisne Negro“).

A adaptação de “O Que Esperar Quando Você Está Esperando” estreia no dia 11 de maio de 2012 nos Estados Unidos. Ainda não há uma data de estreia para o Brasil.

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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Cine para a criançada



O Festival Internacional de Cinema Infantil chega à 9ª edição. Depois de levar quase um milhão de crianças às salas de cinema, evento acontece em dez cidades brasileiras com mais de 100 filmes de 20 países.
Mais infos, AQUI.