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sexta-feira, 11 de maio de 2012

A hora da mamãe - EASY

Muitas mães reclamam dizendo que não têm tempo para elas mesmas.
Os especialistas dizem que isso é pura falta de noção da realidade.
Todas as pessoas sabem o quão trabalhosa é uma rotina com um bebê.
É óbvio que, quando ele dorme, significa que é hora de fazer o que você precisa fazer.
Se for prioridade descansar, você deve descansar.
Se precisa lavar a roupa do bebê, vá lavar a roupa do bebê.
Se precisa fazer o almoço, faça o almoço.
O período do soninho do bebê não está dizendo que é a sua “hora de madame”, mas “hora só sua”, para fazer o que precisa ser feito sem ter que se dedicar ao bebê ao mesmo tempo.

 

Tendo uma rotina, você consegue planejar um pouco o seu dia e se programar para fazer tudo o que precisa. É claro que, vez ou outra, ele pode acordar antes, chorar, estar com dor, precisar de mais atenção. Por isso, lembre-se de ser flexível.

Tracy Hogg, a famosa Encantadora de Bebês sugere a criação de uma rotina EASY (fácil em ingles)


E = eat (comer)
A = activity (atividade)
S = sleep (dormir)
Y = you (você) - sim, é sobre VOCÊ que estamos falando!






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Sorriso, um direito de toda criança :)

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Sintomas da Dengue

Conheça os sintomas, o mosquito da dengue, tratamentos, prevenção, tipos, dengue hemorrágica e muito mais

O vírus da dengue pode se apresentar de quatro formas diferentes, que vai desde a forma inaparente, em que apesar da pessoa está com a doença não há sintomas, até quadros de hemorragia, que podem levar o doente ao choque e ao óbito.

Sintomas da Dengue:

Há suspeita de dengue em casos de doença febril aguda com duração de até 7 dias e que se apresente acompanhada de pelo menos dois dos seguintes sintomas: dor de cabeça, dor atrás dos olhos, dores musculares, dores nas juntas, prostração e vermelhidão no corpo.

Infecção Inaparente

A pessoa está infectada pelo vírus, mas não apresenta nenhum sintoma da dengue.

Dengue Clássica

Geralmente, os sintomas da dengue iniciam de uma hora para outra e dura entre 5 a 7 dias. A pessoa infectada tem febre alta (39° a 40°C), dores de cabeça, cansaço, dor muscular e nas articulações, indisposição, enjôos, vômitos, manchas vermelhas na pele, dor abdominal (principalmente em crianças), entre outros sintomas.

Os sintomas da Dengue Clássica duram até uma semana. Após este período, a pessoa pode continuar sentindo cansaço e indisposição.

Dengue Hemorrágica


A febre alta é um dos primeiros sintomas da dengue.

Inicialmente os sintomas da dengue hemorrágica se assemelha à Dengue Clássica, mas, após o terceiro ou quarto dia de evolução da doença, surgem hemorragias em virtude do sangramento de pequenos vasos na pelo e nos órgãos internos. A Dengue Hemorrágica pode provocar hemorragias nasais, gengivais, urinárias, gastrointestinais ou uterinas.

Na Dengue Hemorrágica, assim que os sintomas de febre acabam a pressão arterial do doente cai, o que pode gerar tontura, queda e choque. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.

Síndrome de Choque da Dengue

A pessoa acometida pela doença apresenta um pulso quase imperceptível, inquietação, palidez e perda de consciência. Neste tipo de apresentação da doença, há registros de várias complicações, como alterações neurológicas, problemas cardiorrespiratórios, insuficiência hepática, hemorragia digestiva e derrame pleural.

Entre as principais manifestações neurológicas, destacam-se: delírio, sonolência, depressão, coma, irritabilidade extrema, psicose, demência, amnésia, paralisias e sinais de meningite. Se a doença não for tratada com rapidez, pode levar à morte.

É importante destacar que a dengue é uma doença dinâmica, que pode evoluir rapidamente de forma mais branda para uma mais grave. É preciso ficar atento aos sintomas que podem indicar uma apresentação mais séria da doença.

SINAIS DE ALERTA – DENGUE HEMORRÁGICA

1. Dor abdominal intensa e contínua (não cede com medicação usual);

2. Agitação ou letargia;

3. Vômitos persistentes;

4. Pulso rápido e fraco;

5. Hepatomegalia dolorosa;

6. Extremidades frias;

7. Derrames cavitários;

8. Cianose;

9. Sangramentos expontâneos e/ou prova de laço positiva;

10. Lipotimia;

11. Hipotensão arterial;

12. Sudorese profusa;

13. Hipotensão postural;

14. Aumento repentino do hematócrito;

15. Diminuição da diurese;

16. Melhora súbita do quadro febril até o 5 dia;

17. Taquicardia.

Fonte: Dengue – Aspectos Edipemiológico, diagnóstico e tratamento (Ministério da Saúde)

domingo, 6 de maio de 2012

A Bíblia do Bebê

Ganhei este livro da minha mãe e irmã quando eu estava grávida.
Lembro que minha mãe também teve um desse quando eu era pequena.
Conhecido como o Livrão do Bebê ou a Bíblia do Bebê, o livro do Dr. Rinaldo de Lamare, A Vida Do Bebê me ajudou e ainda ajuda.
Algumas dicas já são obsoletas, mas mesmo assim vale a pena ter. São dicas maravilhosas e informações mês a mês sobre o desenvolvimento do bebê. O Dr. De Lamare ainda descreve as doenças, dá dicas de tratamentos etc. Aí cabe aos pais se vão seguir o livro a risca ou consultar o pediatra. Eu apesar de amar o livro nunca deixe de levar minha filha na pediatra.

Receita de soro caseiro

Às vezes o soro é o melhor renédio quando nossos pequenos estão com diarréia.
Se por qualquer motivo você não puder dar os soros prontos vendidos em farmácias e distribuídos em alguns postos de saúde, siga essa receitinha de soro caseiro que compartilho com prazer!

Mas saiba que o soro não contém potássio como o soro de farmácia. É importante que a criança receba logo que possível alimentos que contenham este sal mineral (banana, maçã, leite, cenoura).

Cuidados especiais na praia ou piscina

Matéria interessante para vocês que estão planejando uma viagem para a praia ou passar um dia na piscina. Clique AQUI e confira!

Link: http://www.portodegalinhas-online.com/2012/05/criancas-seguras-na-praia.html

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Acidentes domésticos com crianças, como evitar


De acordo com o Ministério da Saúde, 

boa parte dos acidentes envolvendo crianças acontece dentro de casa. 

Desses casos, quase que a totalidade poderia ser evitada.


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Manter controle sobre o público infantil não é tarefa fácil. Movidas pela curiosidade, as criançasvivem mexendo em coisas que não devem. Entretanto, isso é absolutamente natural, pois o reconhecimento de ambientes faz parte do seu processo de desenvolvimento.
Os pais só precisam tomar cuidado para não deixá-las muito à vontade. O ideal é sempre ficar de olho para evitar qualquer tipo de problema. Hoje, a grande maioria dos acidentes envolvendocrianças acontece dentro de casa. De acordo com o Ministério da Saúde, por exemplo, boa parte das quedas até os nove anos de idade  ocorre no ambiente doméstico.
O que muita gente não sabe é que quase todos esses acidentes poderiam ser evitados com atitudes simples. Esta é uma tarefa dos adultos, especialmente dos pais, que devem estar sempre em alerta para não darem brecha para o azar. Abaixo, estão alguns conselhos que você pode por em prática para garantir a segurança do seu filho.

Dicas para evitar acidentes com crianças

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1. Caso more em apartamento ou sobrado, coloque grades nas janelas e nas varandas. A falta deste tipo de proteção representa um perigo enorme para os pequenos;
2. Sabe aquela caixa de medicamentos que todo mundo tem em casa para eventuais urgências? Então, ela deve ficar longe do alcance das crianças, de preferência em lugares altos, onde elas não podem alcançar;
3. Ao levar o seu filho para brincar  na piscina do clube ou do condomínio, fique junto dele. Caso ele não saiba nadar, equipe-o com boias e coletes. Agora, se você tem piscina em casa, lembre-se de vedá-la ou colocar uma tela de proteção em volta.
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4. Como a maioria dos acidentes acontece na cozinha, este espaço demanda bastante atenção. O ideal é guardar em lugares estratégicos objetos que oferecem maior risco, como facas e fósforos, manter a criança longe do fogão quando estiver cozinhando e jamais deixar os bicos do fogão ligados;
5. Os produtos de limpeza  também devem ficar em locais inacessíveis às crianças. Se for guardá-los em armários e gavetas, por exemplo, providencie protetores que impeçam a sua abertura. Outra dica importante é sempre colar um adesivo na embalagem identificando que tipo de produto há ali dentro.

Dê o exemplo

Como as crianças imitam os adultos, você deve procurar dar o exemplo dentro casa, evitando fazer coisas que ofereçam certo risco (manusear objetos cortantes, por exemplo) perto dos pequenos. Além disso, não basta colocar em prática essas orientações ou impor uma série de restrições ao seu filho para garantir sua segurança. É fundamental explicar os motivos de cada medida preventiva, para que ele possa compreender que você está fazendo tudo para o seu bem.

Fonte: Mundo das Tribos

Objetos que criança corre risco de engolir: como evitar

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Durante os primeiros anos de vida, é comum a criança levar objetos à boca. É desta forma que ela faz o reconhecimento do ambiente e de tudo o que a cerca, portanto, trata-se de um processo essencial para o seu desenvolvimento.
Todavia, este comportamento pode oferecer riscos à sua saúde, principalmente se os pais não mantiverem sobre o bebê uma atenção especial. Num momento de descuido, ele pode levar a boca objetos extremamente nocivos (como acontece com bastante frequência) e, assim, sofrer sérios problemas.

Como evitar

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Geralmente, as crianças costumam engolir moedas, alfinetes, parafusos, tampas de caneta, baterias, pilhas, joias (brincos e anéis), bolinhas de gude e brinquedos. Como esses objetos são pequenos, eles podem ser colocados na boca com mais facilidade.
O ideal é mantê-los longe do alcance dos bebês. Nunca deixe moedas e parafusos em lugares de fácil acesso. Separe um local onde possa guardá-los e garantir que eles fiquem distante dos seus filhos. O mesmo vale para os demais objetos citados e qualquer produto que tenha tamanho suficiente para oferecer algum risco.
No caso dos brinquedos, escolha aqueles que são indicados para a faixa etária da criança (essa informação está disponível na embalagem). Evite jogos de desmontar ou pouco resistentes, pois qualquer impacto mais forte pode soltar lascas e pedaços menores. Os jogos de tabuleiro, com dados e peças pequenas, só devem ser entregues às crianças mais velhas.
Como agir no momento de desespero
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A falta de tranquilidade e de conhecimento em casos de engasgamento pode agravar o quadro. Ao perceber que a criança acabou de engolir ou aspirar um corpo estranho, tentar manter a calma, por mais que esta não seja uma tarefa fácil.
O próximo passo é levar o menino ou a menina ao pronto socorro e não tentar resolver o problema em casa (como a maioria faz). Em casos como este, é comum as pessoas oferecerem alimentos ou forçarem o vômito, o que pode complicar a quadro. Os pais também não devem tentar remover o objeto, a não ser que se tenha certeza de que é possível retirá-lo por inteiro.
Às vezes, as complicações oriundas da ingestão de objetos estranhos nem sempre aparecem de imediato. Assim, você precisa ficar atento a alguns sintomas que a criança pode vir a apresentar, como tosse, chiado no peito, secreção, coceira e dor nos ouvidos, infecções respiratórias constantes etc.
De olho nessas e em outras dicas, você vai poder a garantir segurança ao seu filho e um desenvolvimento muito mais saudável.

Fonte: Mundo das Tribos

terça-feira, 24 de abril de 2012

Concurso Literário

O concurso literário da FLIPORTINHO está no ar.
Para participar basta estar entre o quinto e nono ano, em escola particular ou pública de todo o Brasil.
O tema este ano é "Coisas da Minha Terra" e o genero é POESIA.
As 100 melhores poesias serão publicados no livro da FLIPORTINHO que será lançado no encerramento do evento dia 25 de agosto de 2012 em Porto de Galinhas (PE).
Inscrições e maiores informações entre no site da Fliportinho.
Premios para a escola, professor e autor (3 primieros colocados)
Estimule o talento do seu filho, participe!

quinta-feira, 22 de março de 2012

O racismo e a escola



Em nossa sociedade o racismo se estabeleceu em diferentes espaços, posterior a chegada dos grupos étnicos provenientes da Europa e da áfrica, atingindo os povos africanos como forma de hierarquizá-los diante da soberania colonizadora européia.
Atualmente testemunhamos diferentes faces do racismo, dentre as quais destacamos, as relações sociais estabelecidas no âmbito educacional, onde a escola diante da cultura de hierarquização tem sido espaço de diferenciação no sentido de disseminar conceitos que inferiorizam determinados grupos sociais em detrimento de outros. Esses grupos inferiorizados, em sua maioria são oriundos das classes populares, e são etnicamente identificados como afrodescendentes. Para a perpetuação das relações racistas, a escola ainda utiliza recursos variados como: livros didáticos, tratamentos que segregam, um discurso da não-diferenciação que falsamente invisibiliza as diferenças, e utiliza também o currículo oculto que estrutura o não-dito, ou seja, superficializa temáticas como: preconceito, racismo, raça, gênero, sexo, entre outros, além do tratamento irresponsável frente a algumas informações. Sabemos que vários livros didáticos, através de imagens, termos, e lacunas históricas contribuem para a construção de um imaginário que distanciam grande parte da população do processo histórico de formação da sociedade brasileira, desta forma, os indivíduos das classes populares dificilmente se reconhecem como sujeitos. Nesse contexto, o silenciamento ou discurso da superficialidade, contribuem para o arraigamento das relações racistas no espaço escolar.


A escola também contribui para que determinados grupos sociais se configurem como hierarquicamente superiores, a exemplo das relações sociais de gênero e étnicas, principalmente quando privilegia a disseminação de histórias e contos de tradição européia, onde as personagens são brancas com uma posição social privilegiada, pois cria um ambiente propício a violência. Neste caso, cria uma forma simbólica de violência estruturando uma imagem negativa dos descendentes de negros e indígenas, e estrutura um imaginário de perfeição e beleza distanciado do perfil que circunda esses grupos étnicos.
Essa violência no âmbito da sala de aula também ocorre contra a mulher através dos conceitos e tratamentos atribuídos aos diferentes gêneros, quando é exigido das meninas cadernos organizados, movimentos comportados, e atitudes de tolerância, diferente das posturas exigidas dos meninos, cabendo aos mesmos, atitudes de liberdade, desorganização e intolerância, considerando-se em muitos casos, alheios as regras. Essas situações limitam as possibilidades de desenvolvimento das meninas, sendo mais uma forma de violência.
 
Fonte: Blog da professora Márcia Suzana

sábado, 10 de março de 2012

sexta-feira, 9 de março de 2012

Literatura: No meio do preto e branco, coragem e ousadia.


Não tem quem não se renda ao livro Lua cheia, de Antoine Guilloppé, (Ed. Salamandra) pela beleza e ousadia do projeto do mesmo autor de Lobo Negro. Mas aqui, há ainda mais elementos para a leitura. Nesse projeto, estre as páginas com texto, há sempre uma "ilustração" feita com recortes na página. Essa mesma página - num lado branca, no outro negra - faz um jogo de esconde-esconde com o texto que surpreende (veja a brincadeira com o texto da foto acima e como fica no passar da página nas duas fotos a seguir). É um desafio gráfico fazer tais recortes. E é preciso um editor com coragem para topar tamanha ousadia.

A história se passa numa floresta. É noite de lua cheia e algo incomoda os animais. Há um certo suspense no ar. Mas confesso que ele se perde em meio à beleza do livro. Uma experiência sensorial à parte. Para encantar crianças e adultos. Não me canso de entrar na floresta e tocar nos animais. Como um bom roedor de lirvos, saboreio com vagar tudo o que essa leitura tem a me oferecer.


Porém, a cada releitura deliciosa, uma inquietação cresce no meu peito: o autor é europeu e o livro (mesmo a tradução) foi impresso na China. Na dedicatória do livro, o autor oferece-o à quem acreditou na viabilidade do projeto. Então, gostaria de ver livros assim (boas histórias em projetos ousados) feitos por autores e ilustradores brasileiros, publicados originalmente em editoras "brasileiras". Com tanta criatividade à solta, imagino que surgiriam outras belezas raras como essa que encantariam o mundo.

Temos autores de inspiração ímpar. Ilustradores absurdamente criativos. Conheço alguns projetos interessantes que vão além da tinta impressa no papel. Mas ainda são incipientes. Desejo que em 2012 haja mais coragem e ousadia em nossa literatura infantojuvenil. Enquanto engatinhamos, sigo firme e forte pela floresta que Antoine Guilloppé plantou em minha biblioteca e no meu coração-leitor. Hatuna Matata!!


Fonte: Blog Roedores de Livros

quarta-feira, 7 de março de 2012

Planejando a festa de aniversário

Bruna faz 3 anos semana que vem. O planejamento da festa foi assim, sem planejamento nenhum. Foi tudo uma grande farra, mas toda hora lembro de alguma coisa que esqueci. Isso que a festa é em uma semana!!


Hoje lembrei que esqueci das bebidas! Foi então que procurei pela minha amiga Miriam Braga, do site Eu  Adoro Festa, e ela me mandou todas as informações que eu precisava. Inclusive me mandou por e-mail um link que preciso compartilhar com vocês: PLANEJAMENTO PARA UMA FESTA (INFANTIL). Essa matéria é simplesmente um guia incrível para você que vai planejar a festa do seu filhote!
Miriam, obrigada! Estou usando sua matéria para fazer o check list de tudo o que esqueci :-)

 

Cinema: Gato de Botas, o Filme


  • Gênero: Animação
  • País / Ano: EUA / 2011
  • Duração: 90 minutos
  • Direção: Chris Miller
  • Elenco: Antonio Banderas, Salma Hayek, Zach Galifianakis
  • Censura: livre

O personagem surgiu no segundo longa-metragem de Shrek e, cheio de charme e malícia, o Gato de Botas tem aqui o auxílio de novos companheiros para amparar sua história. Na trama, ele foi expulso do vilarejo San Ricardo depois de se envolver em roubos. Quem o pôs nessa jogada foi Humpty Dumpty, seu coleguinha desde os tempos de orfanato. Agora, ambos se unem para uma nova empreitada: furtar os feijões mágicos de um casal para chegar até uma gansa que bota ovos de ouro. Técnica impecável, humor espirituoso e ligeireza na ação completam a animação, que conquistou indicação ao Oscar da categoria. Estreou em 09/12/2011.


Por Miguel Barbieri Jr. para Veja São Paulo


sábado, 25 de fevereiro de 2012

Piada: Dois bebês na maternidade



-Oi, vc é menina?
-Sim sou, e vc?
-Sou menino
-Como vc sabe?
-Deixa a enfermeira sair que eu te mostro!
Disse o menino com cara de safado..
A enfermeira saiu e a menina perguntou
- Vai me mostrar?
O menino levanta o lençol e fala:
-Viu? meu sapatinho é azul e o seu é rosa!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Gravidez: quando começam os chutes?

Você só vai sentir os chutes do seu filho lá pela 18a semana de gravidez, mas ele se movimenta na barriga bem antes disso.


ShutterstockQual grávida não fica na torcida para sentir os movimentos do bebê na barriga. A expectativa é ainda maior para as mães de primeira viagem porque não sabem como será. “As primeiras mexidas podem ser confundidas com gases, ronco no estômago ou uma leve cólica, mas logo a mãe percebe que é algo que se movimenta abaixo do umbigo”, afirma o ginecologista e obstetra Djalma da Cruz Gouveia. 

Quando o bebê mexe, a gravidez se torna concreta para a mãe, mesmo que já estivesse comprovadíssima nos exames de ultra-som. “Ao sentir os movimentos do feto, a grávida se reassegura de sua presença. Esse momento é especial para reforçar o vínculo entre mãe e filho”, afirma a psicóloga Ana Merzel.

Na segunda gravidez, fica mais fácil identificar as mexidas do bebê. Mulheres acima do peso podem ter mais dificuldade para sentir o bebê mexer porque a camada de gordura na região do abdômen dificulta a percepção.
Primeiros movimentos
Você não sente, mas seu bebê pode estar se mexendo no útero a partir da 10ª semana de vida. Antes disso, fazia movimentos, mas ainda não tinha o esboço de braços e pernas que agora possui. Você não percebe porque a quantidade de líquido amniótico que envolve o feto (cerca de meio litro) é muito maior do que seus 2,5 centímetros de comprimento e 3 gramas de peso. É entre a 18ª e a 20ª semana que as primeiras sensações de movimentos do bebê — então com cerca de 18 centímetros e 500 gramas — chegam para a maioria das mães.

Nesse início, a percepção é de um movimento suave. “Em geral, as mães o descrevem como algo que passa de um lado para outro dentro da barriga, como se fosse um peixe nadando, ou então como pequenas explosões”, diz o ginecologista Walter Banduk Seguim. Segundo ele, a sensação vem mais do deslocamento da água que o feto provoca do que dos choques com o organismo materno. “Só cerca de 3 a 4 semanas depois é que a mãe sente o que descreve como chute do bebê. E não é necessariamente um chute. Pode ser um soco ou uma cabeçada”, diz. 
Espreguiçadelas
O amadurecimento do sistema nervoso do feto é que determina a coordenação de suas ações, como levar a mão ao nariz, à boca, ao olho, piscar ou engolir. Por volta da 24ª semana, um movimento que começa a ficar frequente é o espreguiçar. O bebê estira os braços e as pernas várias vezes, como um exercício para fortalecer os músculos. “À medida que as espreguiçadelas se tornam mais definidas, aparece na barriga da grávida um calombinho. Em geral, é o calcanhar do bebê”, diz Seguim. Em torno da 32ª semana da gravidez, segundo os especialistas, muitas grávidas têm a sensação de outro movimento, que se repete um após outro, lembrando um soluço. “É o bebê simulando a respiração. Embora esteja num meio líquido e não use os pulmões, ele movimenta a musculatura respiratória como num treino”, afirma Seguim. 
De olho no ritmo
Assim que os movimentos do bebê se tornam perceptíveis, os médicos recomendam às mães ficarem atentas ao seu ritmo. “Isso é especialmente importante para a mulher que apresenta uma gestação de risco, como a grávida hipertensa ou com diabete, pois a diminuição dos movimentos pode ser um sinal de má oxigenação fetal”, esclarece Seguim. O ritmo das mexidas, segundo ele, mostra-se mais preciso a partir da 34ª semana, quando se estima que a grávida sinta de sete a oito grandes movimentos do bebê por hora. Alguns bebês mexem muito e outros, pouco. Por isso não adianta ficar comparando o ritmo do seu bebê com o de outras gestantes. Para descobrir qual é o ritmo do seu filho, faça o seguinte: durante três noites, ao deitar-se, procure prestar atenção só no bebê, sem se distrair. “A mãe vai notar um padrão de movimentos e assim perceberá quando o filho está mexendo mais ou menos”, diz Seguim.

Segundo os especialistas, as mães também costumam notar que ele se agita mais quando conversam com o filho ou quando alguém de quem gostam se aproxima. “Nesses momentos, o bebê é estimulado pela liberação de hormônios da mãe. Ele se movimenta pela ação da adrenalina ou se tranquiliza por causa da endorfina”, afirma Gouveia. Uma outra relação que as gestantes costumam fazer é que o filho parece chutar mais à noite, quando elas dormem. “A grávida é que sente mais as mexidas quando está deitada e relaxada. O bebê não tem percepção de dia ou noite. Ele dorme quase o dia inteiro, o que não significa que fique quieto. Há fases no sono em que há superagitação”, diz Seguim. Ele lembra que as mães têm ainda a impressão de que os bebês mexem menos quando uma mão fria pousa em suas barrigas. “A percepção do movimento é que diminui, porque a musculatura da barriga se contrai”, esclarece. 
Hora do encaixe
Enquanto seu tamanho é menor que o diâmetro uterino, o bebê pode dar milhares de voltas na barriga. Mas como a cabeça é a parte mais pesada do seu corpo, por ação da gravidade, ele costuma ficar de cabeça para baixo. “É uma característica de 96% dos bebês. Os outros 4% ficam sentados”, diz Seguim. Essa movimentação costuma ocorrer 15 dias antes do parto, ou a partir da 38ª semana. “A barriga abaixa e a gestante nota que respira melhor e consegue comer sem se sentir tão cheia”, diz o médico. A partir daí, os chutes de seu filho diminuem. Ele está concentrado nos últimos momentos para fazer seu gol de placa.
Minha história
Era carnaval em 2009 e meu barrigão estava para explodir. A Bruna estava para nascer. Ela já era uma moleca e não para de chutar. Só que de repente, senti uma calmaria na minha barriga que me deixou preocupada. Liguei para meu obstetra que disse que a Bruna devia estar dormindo. Falou para eu ir em algum lugar bem barulhento. A sugestão dele foi que eu fosse em frente a um carro e mandasse alguém buzinar. Fiz melhor. saí num bloco de carnaval, com 8 meses de gravidez. Quando cheguei em casa, exausta, querendo dormir, Bruna voltou a chutar e não parou mais! 
Você já passou por alguma aventura com chutes na barriga durante a gravidez? Comente aqui, e divida com a gente!

Fonte: Revista Crescer

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Tire suas dúvidas sobre bebês prematuros


Criança que nasce antes da hora pode apresentar baixo peso e maior risco de adquirir doenças. Entenda os cuidados que esses pequenos exigem
 19 questões sobre bebês prematuros

1. Quando um bebê é considerado prematuro?
"As crianças que nascem antes de completar 37 semanas são consideradas prematuras", explica Renato Kfouri, pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade Santa Joana, de São Paulo. "Há os pouco prematuros - 36 semanas de gestação, em média - e os extremos prematuros - aqueles com 22 semanas. Todas as complicações e taxas de sobrevida estão relacionadas a quão prematura é essa criança", explica Kfouri. Vale lembrar que uma gestação normal e completa dura nove meses, ou 40 semanas.

2. O que faz um bebê nascer prematuramente?
Existem muitos motivos que fazem um bebê nascer antes do tempo. Renato Kfouri, pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade Santa Joana, explica que o parto pode ser antecipado quando a criança tem problemas de má-formação ou de infecções, adquiridas da mãe. Doenças na gestante, como hipertensão, diabete ou infecções, também podem levar a um parto prematuro. Entram nessa lista ainda pequenos que estão com dificuldade de nutrição por causa de uma placenta malformada. "Além disso, nas gestações múltiplas, a tendência de não completar os noves meses também é grande", diz Kfouri.

3. O número de partos prematuros é maior hoje?
Sim. Há o crescente aumento de partos prematuros por uma série de motivos. A gravidez na adolescência é um deles. O corpo de uma adolescente ainda não está bem formado e, às vezes, não consegue levar a gestação até o fim. A gravidez de gêmeos, por causa das fertilizações in vitro, é outra razão. E mães tendo filhos mais tarde. É cada vez mais comum mulheres que adiam a maternidade para se dedicar, primeiro, à carreira. Atualmente, cerca de 6% das gestações no Brasil terminam antes do tempo.

4. O número de consultas no pré-natal também aumentou nos últimos anos?
Sim. Renato Kfouri, pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade Santa Joana, conta que as gestantes brasileiras fazem, em média, seis consultas pré-natais. Esse número é um progresso, já que há alguns anos a média era três ou quatros consultas. No entanto, a ida mais frequente da grávida ao obstetra fez com que a quantidade de partos prematuros também aumentasse. Isso porque o diagnóstico de problemas, que podem colocar em risco a vida da mãe ou do bebê, também aumentou.

5. Hoje, a chance de um bebê prematuro sobreviver é maior?
Sim. Nas últimas duas décadas, graças à tecnologia e aos novos medicamentos, muito mais prematuros estão terminando seu desenvolvimento fora do útero com sucesso.

6. Quais são os problemas mais comuns depois que o bebê nasce?
Ainda no berçário, os problemas mais comuns são os relacionados com a imaturidade: do intestino, dos rins, do coração, do sistema de defesas do corpo (imunológico) e dos pulmões. A criança não consegue, por exemplo, respirar sozinha ou mesmo sugar o leite. Tudo é feito com a ajuda de aparelhos. O bebê só vai para casa depois que estiver igual ou próximo de um recém-nascido não prematuro.

7. Durante quanto tempo esse bebê precisa ficar no hospital antes de ir para casa?
Depende. Os prematuros extremos chegam a ficar três a quatro meses internados. Normalmente, eles vão para casa quando atingem 2 kg, em média.

8. Quando o bebê vai para casa, ele precisa de cuidados especiais? Ele chora ou dorme mais do que os outros bebês?
Não. "Os cuidados são os mesmos, uma vez que essas crianças recebem alta quando atingem o peso mínimo de 2 kg. Em relação ao comportamento, é individual. Alguns choram mais e outros menos, mas não há relação com o fato de o bebê ter nascido prematuramente", explica Betina Lahterman, pediatra da Universidade Federal de São Paulo.

9. O desenvolvimento neurológico é normal?
"É necessário fazer uma correção quando vamos avaliar o prematuro nesse quesito porque eles podem ter um pequeno atraso. Por exemplo, se você tem um bebê de 8 meses que nasceu três meses antes do esperado, ele se comporta mais ou menos como um bebê de 5 meses", explica Renato Kfouri, pediatra e neonatologista do Hospital e Maternidade Santa Joana.

10. A criança pode ter alguma sequela por ter nascido antes do tempo?
Sim, pois algumas doenças deixam cicatrizes e sequelas. Por exemplo, bebês que tiveram alguma infecção no intestino e foram submetidos a uma cirurgia vão para casa com problemas intestinais. O mesmo acontece com os que têm alguma dificuldade respiratória e saem do berçário com uma doença pulmonar crônica.

11. Depois de sair do hospital, os prematuros têm uma vida normal?
Depende. Alguns bebês precisam dar continuidade a um tratamento iniciado durante a internação na UTI neonatal.

12. Ele será uma criança menor?
Não necessariamente. Ele tende a recuperar as medidas em relação ao peso e à altura nos primeiros dois anos de vida.

13. Por que os prematuros são tão vulneráveis?
Essas crianças têm seu sistema imunológico imaturo, ainda não produzem anticorpos, e não se defendem das infecções de uma maneira tão vigorosa quanto uma criança que nasceu no tempo certo. A imunidade passiva - aquela que é transferida da mãe para filho - é muito menor porque a maior parte dos anticorpos que a gestante transfere para o bebê ocorre no fim da gravidez e os prematuros não passam por essa fase. Outra coisa que atrapalha a vida deles é a comum falta de aleitamento materno. Como essas crianças ficam três ou quatro meses internadas na UTI e a sucção não é adequada, as mães não conseguem ter leite para amamentar e, consequentemente, protegê-la das doenças infecciosas. Isso deixa as portas abertas para o contágio de doenças, principalmente as do sistema respiratório.

14. Existem cuidados específicos que os pais precisam ter enquanto o bebê está hospitalizado?
Os pais precisam ficar próximos do bebê, lavar as mãos antes de entrar no berçário, evitar muitas visitas quando estiverem doentes.

15. Mães de bebês prematuros precisam de apoio psicológico?
Alguns bebês nascem pouco prematuros - perto da 40ª semana - e logo vão para casa. No entanto, as mães de bebês considerados prematuros extremos precisam da ajuda de psicólogos, afinal alguns acabam ficando até seis meses internados. "Quando a mulher dá à luz um bebê prematuro, instantaneamente ela pensa que é responsável por isso. Ela imagina que o bebê nasceu antes do tempo porque ela trabalhou demais ou por qualquer outra coisa que tenha feito de errado. Esse sentimento faz com que ela fique paralisada em relação aos cuidados da criança. Ela assume que qualquer pessoa pode cuidar do bebê melhor do que ela", explica Patrícia Bader, coordenadora do serviço de psicologia do hospital São Luiz, em São Paulo.

16. É comum ouvir que a mãe precisa estar bem para o bebê ficar bem. Como as mães lidam com isso?
"Nosso trabalho é justamente desmistificar isso. Nem todas as mães ficam fragilizadas, mas as que ficam precisam aceitar que não estão bem. Muitas acreditam que não podem nem chorar porque isso pode prejudicar a criança. Elas têm motivos para estar mais sensíveis e nosso trabalho é fazer com que fiquem bem", explica Patrícia Bader, coordenadora do serviço de psicologia do Hospital São Luiz, de São Paulo.

17. Qual a importância da presença dos pais enquanto o bebê prematuro está internado no hospital?
A presença não só da mãe mas também do pai é fundamental para a recuperação dos bebês prematuros. São crianças que estão a toda hora sendo picadas por agulhas ou cercada de aparelhos que pressionam ou apertam. Sentir o toque da mãe, o afago, é essencial para o bem-estar emocional dele. "O bebê precisa dessa experiência, desse toque, para entender o que é carinho", diz Patrícia Bader, coordenadora do serviço de psicologia do Hospital São Luiz.

18. E o método mãe canguru, é eficiente?
O método canguru é usado para deixar o bebê prematuro em contato com a pele dos pais, sentindo o calor, a respiração, o cheiro. Nele, o recém-nascido é colocado próximo ao peito com a ajuda de um tecido que envolve o corpo da mãe ou do pai. "Procuramos deixar o bebê no canguru por duas horas diárias. É muito importante para que ele reconheça os pais para que se aproximem. Além disso, serve para a mãe se preparar para a amamentação. Esse processo precisa ser monitorado porque o bebê gasta muita energia quando sai da incubadora", explica Patrícia Bader, coordenadora do serviço de psicologia do hospital São Luiz.

19. É verdade que os prematuros têm um calendário diferenciado de vacinação?
Sim. Eles têm direito, pela rede pública, a vacinas que os imunizam contra as principais doenças respiratórias. Além das vacinas, para fortalecer seu sistema imunológico, é importante que eles sejam amamentados no peito e não tenham contato com a fumaça de cigarro. Também não é recomendado que esses bebês frequentem creches e berçários ou convivam precocemente com outras crianças. A probabilidade de eles adoecerem é maior quando comparada aos pequenos que nasceram no tempo certo.
Para informar a população e os profissionais de saúde sobre a importância do calendário de vacinação específico dos prematuros, a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIM) criou a campanha "Prematuro imunizado é prematuro protegido".

Fonte: Bebê.com.br